segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Veja como foi: "Seminário de Luta em Defesa da Saúde e Educação Públicas" do SINDTIFES (Pará)
Espanha: protesto de repúdio a cortes do orçamento da saúde e contra a privatização de hospitais
Setor da saúde pública madrilenha em revolta
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| Percebam na foto o quanto o protesto foi massificado! (Fonte: Facebook) |
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| Manifestantes protestam nesta terça-feira (27) contra a privatização da saúde em Madri (Foto: AFP) (Fonte: G1) |
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 20 de setembro de 2011
LUTO NA SAÚDE DO RJ
Cabral com 49 votos favoráveis e apenas 12 contrários.
Antes, durante e após a votação no plenário da Alerj, dirigentes e militantes da central protestaram nas escadarias e no entorno da Assembleia Legislativa, junto aos profissionais de saúde e movimentos sociais. Houve tumulto e truculência da PM. Todos os acessos ao plenário foram fechados e quem ainda não havia entrado na Alerj foi impedido de acompanhar a votação. Alguns manifestantes, entre eles dirigentes da CUT-RJ, foram atingidos por gás de pimenta disparado pela polícia.
A central já havia se posicionado publicamente contra a proposta do governo por meio de notas divulgadas em seus veículos de comunicação. A CUT-RJ acredita que o "novo" modelo de gestão pública proposto pelo projeto de lei 767/11 consagra a terceirização, omite a responsabilidade pública em setores universalmente consagrados como públicos, elimina o concurso público e precariza as relações de trabalho. Além de dirigentes e militantes de diversos sindicatos filiados à central, a CUT-RJ esteve representada na manifest ação pelos secretários de Saúde, Antonio Barbosa, e de Relações de Trabalho, Marcello Azevedo, pelos dirigentes estaduais Jadir Baptista e Marílio Paixão e pela dirigente nacional Lúcia Reis.
Para Barbosa,
que também representa a CUT-RJ no Conselho Estadual de Saúde, quem perderá com este projeto será o usuário da saúde pública, ou seja, a maioria da população que não tem plano de saúde. "As experiências que temos com entidades de direito privado, como organizações sociais e fundações, é de desvi os de verbas e desvalorização dos servidores públicos, o que acarreta na precarização dos serviços públicos essenciais".
A luta continua
Para o secretário de Saúde da CUT-RJ a luta continua. Segundo ele, com a aprovação deste projeto a sociedade civil organizada deve atuar em duas frentes. "É preciso continuar mobilizando a população contra a privatização dos serviços públicos essenciais, até porque, foi apenas com uma grande mobilização que conseguimos que estes serviços passassem a ser públicos, gratuitos e universais. Por outro lado, não podemos deixar de fazer uma fiscalização rígida do funcionamento destas organizações sociais, intensificando o controle social, até para evidenciar a incompatibilidade destas entidades de direito privado com a gestão do serviço público", concluiu Barbosa.
A Alerj informou por meio de sua página eletrônica que, embora o projeto de lei 767/11 tenha sido aprovado, ainda serão discutidas e votadas 20 emendas destacadas pelos parlamentares.
Fotos: Nando Neves
Fonte: Imprensa CUT-RJ
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Todos contra as OSs , nesta terça (13/9), às 15h, na Alerj
Não às OSs. Serviço público de qualidade é direito de todos e dever do Estado.
As OSs não passarão!
Marcello Rodrigues Azevedo - Secretário de Relações de Trabalho CUT-RJ
Preâmbulo à Carta Compromisso de Florianópolis
A implantação da
Somente na cidade de São Paulo, em 2011, o governo municipal já repassou mais de 48% de seu orçamento de cinco bilhões de reais para as OSs. Os profissionais de saúde contratados pelas OSs chegam a 32 mil enquanto que o funcionalismo público municipal do setor não passa de 28 mil servidores. Prestando péssimos serviços à população, as OSs contam ainda com centenas de denúncias de corrupção e desvio de verbas.
Reunidos em São Paulo, no dia 20 de agosto de 2011, nós, abaixo-assinados, nos comprometemos a:
- Difundir o mais amplamente possível o abaixo-assinado pela Revogação da Lei das OSs;
- Organizar uma delegação para reunião nacional, que se dará no dia 01/12 em Brasília, juntamente com a entrega das assinaturas para a presidente Dilma Rousseff, por ocasião da 14ª Conferência Nacional de Saúde;
- Agendar audiência com os senhores Ministros da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Inovação, respectivamente, Alexandre Padilha e Aloizio Mercadante, para entrega do Dossiê sobre as Organizações Sociais.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Participantes definem as ações para ampliar a discussão sobre as OSs na sociedade
1) Carta Compromissos de Florianópolis
Abaixo-assinado para reprodução e assinatura [clique aqui]



